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“Lula, o Governo dos Apagões”

João Arruda, professor aposentado da UFC e sociólogo. Foto: Arquivo Pessoal.

Com o título “Lula, o Governo dos Apagões”, eis artigo do professor e sociólogo João Arruda. “A administração do governo Lula, parafraseando o saudoso Stanislaw Ponte Preta, é a cópia perfeita do “Samba do Crioulo Doido”, expõe o articulidsta.

Confira:

Nunca na história da nossa República os brasileiros vivenciaram um governo tão incompetente e dotado de uma irresponsabilidade fiscal tão absurda quanto o atual governo petista. Nele, nada funciona com racionalidade. Por carência de um projeto de governo que unifique as ações ministeriais, cada ministro tem os seus próprios projetos e suas prioridades, tornando o presidente Lula o maestro que rege uma orquestra em delirante dissonância cognitiva. A administração do governo Lula, parafraseando o saudoso Stanislaw Ponte Preta, é a cópia perfeita do “Samba do Crioulo Doido”.

Após ter recebido do governo Bolsonaro uma máquina enxuta, eficiente e ágil, com a inflação controlada e a economia e o mercado de trabalho apresentando consistentes viés de crescimento, com um agronegócio tendo crescido 15% no último ano, com um rigoroso equilíbrio das contas públicas e um superavit fiscal de R$ 58 bilhões, o governo Lula inverteu criminosamente esse cenário promissor formatado, com muita competência e responsabilidade, pelo ministro Paulo Guedes.

Na ausência de um projeto de governo minimamente consistente, Lula colocou em prática a marca maior das administrações petistas: o aumento irresponsável da máquina pública, implicando numa gastança descontrolada, e uma sanha arrecadatória que compromete o crescimento da economia e onera perversamente a renda das famílias brasileiras. Já no seu primeiro ano de governo, se somarmos com o superavit recebido, o desgoverno fechou o ano com um inacreditável deficit de quase 300 bilhões de reais, tendo a dívida da União crescido em 1 trilhão e 70 bilhões de reais, o maior aumento da dívida da União em apenas um ano.

Mas a orgia com o dinheiro do contribuinte é uma constante e está no DNA dos governos petistas. Só com passagens e diárias a União gastou R$ 3,3 bilhões em 2023. Uma parte significativa desse total foi para financiar viagens turísticas do velho presidente e da sua acompanhante. Para piorar esse quadro, o deficit fiscal em 2024 tende a bater novo recorde, pois só no mês de fevereiro o Governo Central registrou um deficit primário de R$ 58,4 bilhões. Como consequência dessa irresponsabilidade fiscal e do vazio de propostas administrativas, o governo Lula vem enfrentando grandes apagões no seu governo.

A economia encontra-se sem rumo e a inflação, principalmente na área dos alimentos, cresce assustadoramente, comprometendo a segurança alimentar de milhões de brasileiros. Para piorar o quadro econômico, bilhões de dólares de investimentos já regressaram aos seus países de origem ou se dirigiram para economias que apresentam um mínimo de segurança jurídica. A saúde pública está caótica. Emblemática dessa área é a indiferença do governo com epidemia da dengue, que já ceifou a vida de milhares de brasileiro, sem que a incompetente ministra abandone a sua contagiante apatia e importe as vacinas que tanto necessitamos. Pela omissão endêmica do seu governo, Lula já é saudado popularmente como o Presidengue do Brasil.

A educação superior, de qualidade cada vez mais questionável, fruto da influência maléfica do militante – travestido de pedagogo – Paulo Freire, encontra-se paralisada por uma greve provocada pela incapacidade do ministro Camilo Santana em atender minimamente as demandas dos docentes e dos técnicos administrativos. O Ibama, em greve desde janeiro, paralisou a fiscalização e as florestas amazônicas ardem criminosamente. Os yanomamis, pela conivência e abandono das “autoridades competentes”, ruma à extinção. A segurança pública, por sua vez, é caótica e a violência cresce sistematicamente em todo o país, infernizando a vida de todos. Essas são uma pequena amostra do apagão que se tornou o governo Lula.

Vítimas involuntárias dessa tragédia, os brasileiros, quase sempre muito tolerantes, já demonstram irreversíveis sinais de cansaço e o cerco ao governo Lula passou a se fechar rapidamente. Ele tem sido sistematicamente hostilizado em seus aparecimentos públicos e as Redes Sociais já clamam pela aprovação do seu impeachment. Se no Plano internacional Lula não passa de um medíocre anão diplomático, no plano interno a sua situação é mais desesperadora ainda.

As diferentes pesquisas de opinião vêm acusando o rápido derretimento do seu governo. Segundo constatou o Instituto Paraná Pesquisa, a sua rejeição já supera a aceitação. 78% dos brasileiros, por razões óbvias, não conseguem identificar uma só obra relevante desse desgoverno. Para desespero do Lula e dos seus cúmplices, Bolsonaro, mesmo inelegível, segundo publicou o mesmo Instituto, venceria com folga o atual governante. Na Câmara dos Deputados, a rejeição já passa dos 50%, comprovando que Lula não tem mais sustentação políticas para aprovar qualquer projeto de seu interesse. No seu último embate, na votação do projeto que criminaliza as ações do MST e do MTST, o governo, mesmo tendo feito grandes esforços para a sua aprovação, foi derrotado por um placar de 313 a 130. O PL da Globo, fatiamento do PL da Censura, continua sendo rejeitado, mesmo tendo o presidente Lira pautado mais de uma vez nesta última semana.

Como demonstração de que a tolerância dos brasileiros chegou aos seus limites, as redes sociais, com grande adesão e entusiasmo dos participantes, começam e divulgar um ato pelo Impeachment do presidente Lula e do ministro Alexandre de Moraes, seu grande parceiro nesse mundo de incompetência e ilegalidade jurídica, a ser realizado no dia 9 de junho, na Av. Paulista, às 14 horas. Esse ato deve marcar o início do fim do desastrado governo Lula.

*João Arruda

Professor e sociólogo.

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