Em encontro denominado “Debatendo o Brasil”, na noite dessa terça-feira (21), em Brasília, que reuniu representantes de quase 50 países, entre os quais a Alemanha, China, Estados Unidos, Israel e Reino Unido, além da Liga dos Estados Árabes, o pré-candidato a presidente do Brasil pelo PL, Flávio Bolsonaro, pediu o envio de observadores contra possíveis fraudes nas eleições de outubro.
O alvo do pré-candidato são as urnas eletrônicas, quando Flávio disse que os equipamentos têm a mesma origem das urnas venezuelanas, essas últimas apontadas pela Agência Central de Inteligência (CIA) dos Estados Unidos como fraudadoras das eleições de 2012, na reeleição do então presidente Hugo Chávez.
As urnas eletrônicas também foram alvo do ex-presidente Jair Bolsonaro, pais de Flávio, nas eleições de 2022, quando cobrou a impressão de comprovante de voto.
Em nota, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) já havia publicado que as urnas eletrônicas brasileiras não possuem a mesma origem das urnas venezuelanas, tampouco pertenceriam à mesma empresa.