Priscila Costa – Quando o silêncio soou como grito estridente na convenção do PL do Ceará

Alcides foi submetido a uma transformação física para uma melhor aparência

Calada entrou, calada saiu. Mas o silêncio da deputada federal Priscila Costa, nesta quarta-feira (22), na convenção do PL do Ceará, na sede do partido, no bairro Edson Queiroz, soou como um grito estridente de exclusão política às mulheres, dois dias após o deputado federal e presidente estadual do PL, André Fernandes, anunciar nas redes sociais a chegada de sua segunda filhinha. Por enquanto, nenhum menino.

Apesar de preterida da disputa de uma uma cadeira no Senado, quando o presidente estadual de seu partido escolheu o próprio pai, Alcides Fernandes, para a vaga destinada ao PL na chapa majoritária a ser encabeçada pelo tucano Ciro Gomes, Priscila teve que assinar como candidata à Câmara Federal, nas eleições de outubro, como forma de não ficar fora do pleito.

Silêncio de um lado, tagarelice do outro. Era Alcides Fernandes, que bradava lutar contra “abusos no STF” e “enfrentamento às facções criminosas”, como um herói às margens da projeção do filho.

Aliás, muitos esbarraram em Alcides, sem reconhecê-lo. Não por causa de Cid Gomes e de Michelle Bolsonaro que o trataram como “o pai do André”, mas pela metamorfose de Alcides, em pouco mais de cinco meses. Cabelos, dentes, face e corpo… como requer um herói.

COMPARTILHE:
Facebook
Twitter
WhatsApp
Telegram
Email

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mais Notícias