“Um vexame histórico” – Por Cláudio Teran

Cláudio Teran é radialista

“A chateação da Globo é um recibo passado, pois o plano original era dar a Flávio o direito de surfar a vontade diante de suas câmeras”, aponta o jornalista e radialista Cláudio Teran

Confira:

A farsa se autodestruiu.

A Globo planejou usar um
púlpito vazio para constranger Lula, embora ciente de que ele informou – três dias antes – que não iria.

A Globo arquitetou com Flávio Bolsonaro e com a
extrema direita golpista, de usar o púlpito vazio para
sabotar Lula. Uma ilegalidade total, completa.
Por isso o TSE disse não.

Lula não é faltoso, avisou
que não iria. Escolheu não ir. Ele não é obrigado.

A chateação da Globo é um recibo passado, pois
o plano original era dar a Flávio o direito de surfar a
vontade diante de suas câmeras, mas, flopou.

E flopou quando Gilmar Mendes usou a mesma
decisão de Nunes Marques que liberou Zema para
o debate, em favor da participação de Renan.

Flávio morre de medo de Renan. Com ele no
debate, a farsa montada com a Globo nunca daria
certo.

Renan é extrema direita, mas a divergência
dele com o bolsonarismo é clara e sincera. Diferente da covardia dos compadres, Caiado,
Zema e Cury, que estavam prontos para agirem
como os ‘Padres Kelmon’ do Flávio.

Flopou.

Flávio desistiu por medo. E de covarde que é.

A globo desistiu pela vergonha que entra para
a história de sua sanha em sabotar Lula do jeito
que fez na eleição presidencial de 1989.

A vergonha atual é maior, pois a Globo já não
se importa de disfarçar seu golpismo, e não liga
mais para o próprio destemor de se alinhar ao
banditismo representado por esse Flávio.
Desse vexame a Globo jamais se libertará.

Adeus…

Cláudio Teran
Jornalista e radialista
@claudio.teran

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