Medica não dá alta a pacientes que teriam preferência por Lula

Urnas eletrônicas. Foto: Agência Brasil

Uma médica ginecologista e obstetra do Hospital e Maternidade Municipal Célia Câmara, em Goiânia (GO), foi denunciada ao Ministério Público Federal (MPF) sob a acusação de orientar funcionários e colaboradores da enfermaria a não concederem alta a pacientes durante o fim de semana das eleições.

A justificativa apresentada pela profissional para impedir as altas hospitalares no período foi a suposta preferência política dos internados, afirmando que a maioria seria simpatizante do Partido dos Trabalhadores (PT).

A mensagem gerou engajamento imediato entre os membros do grupo, onde ao menos 12 pessoas reagiram com emojis de riso, afirmação e bandeira do Brasil. Além das reações visuais, dois colaboradores responderam diretamente por texto: o primeiro concordou aos risos dizendo “combinado”, enquanto o segundo enviou emojis de gargalhada.

A conduta de teor político na rede interna da maternidade já vinha ocorrendo desde a noite anterior, quando a mesma médica fez alusão ao número 22, referente à candidatura do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL), prometendo nota máxima no rodízio de medicina a quem votasse no candidato.

(Site Metropoles)

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