Ela é moradora de Ibiapina, no Noroeste do Ceará, a 360 quilômetros de Fortaleza, mas tem o Hospital Geral de Fortaleza (HGF) como segunda moradia, desde que foi diagnosticada há 13 anos com Síndrome de Rendu-Osler-Webber, doença rara que causa alterações na camada muscular da parede dos vasos sanguíneos, fazendo com que eles estejam sujeitos a rupturas ou que se formem desordenadamente, afetando várias partes do corpo.
Apesar das intempéries de uma vida tão jovem, Alana Louyse Ferreira da Costa, 18, encontrou na equipe do hospital a família que buscou condições para a aprovação em vestibular do curso de graduação em designer gráfica.
Enquanto uns disponibilizaram um computador com webcam, outros ficaram no incentivo e apoio moral.
“Eu só tenho a agradecer pela minha filha estar aqui hoje, de a gente continuar nessa luta. Ter oportunidades que nem essa, para poder dar um futuro melhor, é uma coisa maravilhosa”, comentou a mãe da agora estudante universitária, Neuma Ferreira.