“O jogo que está sendo jogado por muita gente, nesse momento histórico para o País, é bruto”, aponta o professor João Teles
Confira:
O que mais influencia o eleitor, na hora do “vamos ver”? A poucos dias das Eleições 2026, em seu segundo turno, uma reflexão: – O que está sendo preparado para o País? Quem são os candidatos e o que pretende fazer pela Nação, cada um deles, caso seja eleito? E o mais importante: quem vem com ele, no combo, no pacote todo?
O que pensa cada membro, do futuro governo, caso seu líder chegue à cadeira presidencial?
Na educação, por exemplo, o Ensino Médio, está carente e precisando de muitos cuidados. O que pensa cada candidato, para esse importante setor da sociedade? Quem será o futuro ministro da educação? Um educador de escol, ou qualquer um, politicamente engajado, com o presidente eleito?
Cientistas políticos e professores tem alertado, para os perigos de uma administração pública federai, que não respeita os ditames da Lei e as vozes da oposição a um Estado fechado e opressor. Quem quer isso, para o País? A convivência pacífica entre quem pensa diferente é algo que conquistamos com sangue, suor e lágrimas. Vamos jogar tudo isso pela janela?
E o nosso respeito por que lutou tanto por isso e não está mais entre nós? Pensamos nisso. O jogo que está sendo jogado por muita gente, nesse momento histórico para o País, é bruto.
Nós, eleitores, temos que ser bem racionais, nesse momento. Dos dois candidatos, quem mais benefícios concretos poderia nos trazer? Suas insatisfações lhe permitem uma loucura, à frente a urna? Votar com o fígado, como se diz, nunca foi um bom negócio!
Que tal usar o cérebro? Outra boa saída, é conversar com os familiares, amigos, vizinhos e colegas. Às vezes, uma boa prosa abre as janelas da mente, clareia um pouco o ambiente muito embaçado. Que tal?
Se isso não funcionar, pense sozinho mesmo, analise, leia um bom jornal, um blog de responsa…; procure se informar, para dissipar dúvidas. Muitas vezes, um olhar com mais acuidade, nos leva a caminhos mais interessantes, pois nos tira de becos apertados e obscuros. Um familiar mais atento e cuidadoso pode também ser um bom arrimo, um bom conselheiro, no momento de embates internos, de pessoas mais apressadas e mais ansiosas. Calma, minha gente!
João Teles de Aguiar
Professor, historiador e integrante do Projeto Confraria de Leitura