Se todos os senadores eleitos por partidos de oposição se voltarem para a candidatura de Rogério Marinho (PL-RN), a direita passará a governar o Senado e também o Congresso Nacional.
É o que coloca à prova o líder da oposição no Senado, ao lançar a sua candidatura à presidência do Senado, nessa quarta-feira (4), quando reuniu as bancadas do PL, NOVO, Republicanos e PP, que juntas somariam 43 votos, dois a mais que o necessário na eleição que acontecerá no início da próxima legislatura.
Além de Marinho, o atual presidente Davi Alcolumbre (União-AP) também já se lançou candidato.
Tereza Cristina (PP-MS) também poderá concorrer.
A votação acontece por cédulas, quando os senadores são chamados individualmente, seguindo a ordem de criação dos estados. Cada parlamentar registra sua escolha e deposita o voto na urna.
Se nenhum candidato alcançar a maioria absoluta, haverá um segundo turno entre os dois mais votados.