Alguém precisa avisar ao treinador Mozart Santos que uma partida de futebol possui dois tempos de 45 minutos, cada, além de acréscimos. Se possível, também informar que o clássico com o Fortaleza é somente nos meados de setembro.
É que o Ceará somente venceu o Fortaleza, em seus últimos cinco jogos, graças a um tabu de três anos e 15 jogos, quando soma quatro derrotas nas demais partidas.
A última derrota ocorreu neste domingo (31), em pleno Castelão, ao levar a virada de 2 a 1 do Operário/PR.
Um Ceará jogou o primeiro tempo e um outro Ceará voltou para a segunda etapa.
O Vozão do primeiro tempo mostrou mais uma vez a prata da casa Melk, que abriu o placar aos 39 minutos, ao matar a bola com a perna direita e deslocar o goleiro com a esquerda.
Assim como fez o Ceará, poderíamos apenas citar que o Operário virou o jogo, com gols de Boschilia e Gabriel Feliciano, aos 9 minutos e aos 14 minutos, e encerrarmos o texto. Mas não há como deixarmos de citar o desequilíbrio emocional do time e a irresponsabilidade profissional de Fernandinho, que fez falta por trás, quando o Operário ainda se encontrava em seu campo de defesa. O jogador alvinegro levou o segundo cartão amarelo e acabou expulso. Já Lucas Lima também levou dois cartões amarelos, o primeiro com 13 minutos após entrar em campo e o segundo ao derrubar por trás o atleta da equipe paranaense.
O Ceará volta a jogar no dia 10, contra o Avaí, no Castelão, mas sem Fernandinho, sem Lucas Lima, talvez sem Mozart Santos…