Categorias: Política

Ciro diz que governo maquia índices e Ceará “vive uma paz de terror”

Ciro visita o Mercado São Sebastião. Foto: Divulgação

“Elmano está comemorando essa paz fictícia, que as facções determinaram aqui para tentar ajudá-lo na sua eleição. Esse é o fato porque não aconteceu nada de institucionalidade de mudança, não aconteceu nada da forma operacional das nossas estruturas de segurança, e de repente despencam os homicídios”.

A declaração é do pré-candidato a governador Ciro Gomes, nesse sábado (12), durante visita ao Mercado São Sebastião, no Centro.

Para o pré-candidato, o suposto acordo justificaria a queda nos índices de violência no Estado, principalmente em Fortaleza.

“Despencaram porque o Comando Vermelho conseguiu um acordo com as outras facções e dominou o território para fazer o terrorismo sobre a população”, deduziu Ciro, ao apontar que o Estado estaria vivendo uma “paz de terror”.

O pré-candidato também criticou o que chama de “maquiagem de dados” na economia. Para ele, a realidade do trabalhador é de vulnerabilidade.

“Se você somar a informalidade, o desalento e o desemprego aberto, o Brasil está com metade da sua força de trabalho fora do mercado formal, com uma produtividade muito baixa”, avaliou.

Eliomar de Lima: Sou jornalista (UFC) e radialista nascido em Fortaleza. Trabalhei por 38 anos no jornal O POVO, também na TV Cidade, TV Ceará e TV COM (Hoje TV Diário), além de ter atuado como repórter no O Estado e Tribuna do Ceará. Tenho especialização em Marketing pela UFC e várias comendas como Boticário Ferreira e Antonio Drumond, da Câmara Municipal de Fortaleza; Amigo dos Bombeiros do Ceará; e Amigo da Defensoria Pública do Ceará. Integrei equipe de reportagem premiada Esso pelo caso do Furto ao Banco Central de Fortaleza. Também assinei a Coluna do Aeroporto e a Coluna Vertical do O POVO. Fui ainda repórter da Rádio O POVO/CBN. Atualmente, sou blogueiro (blogdoeliomar.com) e falo diariamente para nove emissoras do Interior do Estado.

Esse website utiliza cookies.

Leia mais