Pelo menos 20 chefes de pastas devem deixar seus cargos nas próximas semanas para concorrer a vagas em governos estaduais, na Câmara dos Deputados e no Senado Federal.
Segundo apurou o site Metropoles, o clima em boa parte dos ministérios já é de transição e despedida. Nas últimas agendas à frente das pastas, ministros têm recebido autoridades e participado de eventos institucionais, especialmente ligados aos seus redutos eleitorais.
Confira a lista de quem deve deixar a gestão para disputar o pleito:
O ministro dos Transportes, Renan Filho (MDB-AL), já decidiu que vai concorrer à reeleição ao governo de Alagoas. Ele comandou o estado por dois mandatos consecutivos, entre 2015 e 2022. Em 2022, foi eleito senador, mas se licenciou do cargo para assumir o ministério.
Para o Senado, entre os nomes cotados, estão Rui Costa (PT-BA), Silvio Costa Filho (Republicanos-PE) e Waldez Góes (PDT-AP). Também devem entrar na disputa Simone Tebet (MDB-MS) e Márcio França (PSB-SP).
Outros nomes mencionados são Marina Silva, que ainda avalia por qual partido concorrer, além de Carlos Fávaro (PSD-MT) e Alexandre Silveira (PSD-MG), que devem tentar a reeleição. A ministra Gleisi Hoffmann (PT-PR) também já decidiu que disputará uma vaga na Casa em 2026.
Também devem buscar novo mandato na Câmara dos Deputados o ministro da Pesca e Aquicultura, André de Paula (PSD-PE), e o titular do Desenvolvimento Agrário, Paulo Teixeira (PT-SP).
Já Wolney Queiroz (PDT-PE), da Previdência Social, tenta retornar à Câmara após seis mandatos consecutivos.
Outros ministros que devem concorrer a vagas na Câmara são Jader Filho (MDB-PA), das Cidades; Anielle Franco (PT-RJ), da Igualdade Racial; Macaé Evaristo (PT-MG), dos Direitos Humanos e da Cidadania; e Sônia Guajajara (PSol-SP), dos Povos Indígenas.