“Nós temos hoje um governador frágil, omisso e covarde. Dito pelo povo, no combate ao maior problema nosso, que é a segurança (pública)”.
A declaração é do ex-prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio, nesta quarta-feira (5), em Brasília, durante seu ato de filiação ao União Brasil. A solenidade contou ainda com as presenças do presidente nacional do partido Antonio Rueda, do presidente estadual Capitão Wagner, do ex-ministro Ciro Gomes, do governador Ronaldo Caiado (Goiás), do ex-prefeito ACM Neto (Salvador) e da vereador de Fortaleza, Priscila Costa, pré-candidata ao Senado.
“Nós contamos com uma referência histórica e presente, que foi capaz de mudar os rumos do Ceará, que é Tasso Jereissati. E a gente conta com o furacão Ciro Ferreira Gomes”, apontou Roberto Cláudio, ao destacar que “essa união é para quem ama o Ceará, para deixar de lado qualquer diferença, de natureza ideológica, pessoal que tenha havido, para a gente arregaçar as mangas e dar uma nova chance ao Ceará”.
O ex-prefeito de Fortaleza ressaltou, ainda, que a oposição no CEará nunca esteve tão forte e unida.
“Eu fui governo por muito tempo, porque ganhei muita eleição, junto com o Ciro. E estou no sol há pouco tempo. Estou agora na oposição há três anos. E com uma oposição com grandes nomes no parlamento, tanto federal, estadual e municipal. E o Capitão (Wagner), na época dele, fez uma oposição solitária. Era a única voz com força política e eleitoral na oposição”, disse RC, ao elogiar Wagner: “Quando o cabra é bom, você tem receio e respeito. E, agora como aliado, tenho amizade e o mais importante, gratidão”.
Para Roberto Cláudio, “o PT anestesia as pessoas, com esse populismo assistencialista e com práticas políticas nojentas, que Tasso e Ciro foram capazes de romper no Ceará. Voltou de novo, no Ceará, a corrupção, a gestão pública desorganizada, desmantelada, a quebradeira nas contas públicas. O Ceará, que virou referência de austeridade, hoje é um Estado em crise econômica”, comentou.
“Nada que o PT não tenha a capacidade de unir (risos) (a oposição). A desgraça… um populismo sem resultados”, avaliou Roberto Cláudio