IFCE fará missão acadêmica na China

Sandro Jucá é do IFCE. Foto: Reprodução

O professor Sandro Jucá, coordenador do  Grupo de Pesquisa em Inovação de Recursos Didáticos, Produtos Educacionais e Tecnológicos (GREPET) do IFCE, Sandro Jucá, coordenará, entre 27 deste mês e 12 de fevereiro, uma missão acadêmica com destino à China.

Na agenda, visita a polos estratégicos de ensino e pesquisa em Macau, Hong Kong e Shenzhen, incluindo intercâmbio na Universidade de Saint Joseph (Macau), na Universidade de Hong Kong e na Universidade Politécnica da Cidade de Shenzhen.

A proposta é aproximar o IFCE de ecossistemas globais de inovação, acompanhando projetos em andamento, apresentando iniciativas do GREPET e identificando oportunidades concretas de cooperação científica e tecnológica.

Com trajetória acadêmica marcada por experiências no exterior, Sandro reforça o sentido da agenda: “A ciência avança quando conectamos pessoas, ideias e instituições”.

Roteiro

No radar, estão áreas como energias renováveis, hidrogênio verde, automação, IoT, robótica educacional, tecnologias imersivas e ensino inclusivo.

A expectativa é abrir caminho para novas parcerias, intercâmbios, produtos educacionais e soluções tecnológicas com impacto real na educação e na inovação.

Para o reitor Wally Menezes, internacionalizar é essencial para ampliar a qualidade, a visibilidade e a relevância social da pesquisa produzida no IFCE.

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Respostas de 3

  1. Parabéns pela notícia, Eliomar. Uma missão acadêmica do IFCE à China, passando por Macau, Hong Kong e Shenzhen, é daquelas iniciativas que realmente ajudam a tirar a pesquisa do isolamento e colocar o Ceará em diálogo com ecossistemas globais de inovação.

    A agenda coordenada pelo professor Sandro Jucá, via GREPET, chama atenção pelo foco em áreas muito estratégicas para o Estado e para o país — energias renováveis, hidrogênio verde, automação, IoT, robótica educacional e tecnologias imersivas, além do ensino inclusivo. Tomara que dessas visitas saiam acordos de cooperação “com entrega”: intercâmbios, projetos conjuntos, produtos educacionais e soluções tecnológicas aplicáveis na rede pública e no setor produtivo.

    Como bem disse o professor, “a ciência avança quando conectamos pessoas, ideias e instituições” — e internacionalizar, como destaca o reitor Wally Menezes, é um passo essencial para aumentar qualidade, visibilidade e impacto social. Excelente iniciativa do IFCE.

  2. Obrigado, Eliomar, e parabéns pela relevância duradoura desse excelente blog para o jornalismo cearense. Agradeço também o compartilhamento dessa missão do IFCE, que vislumbra o fortalecimento da internacionalização — um trabalho construído a muitas mãos, com o apoio do nosso Assessor de Assuntos Internacionais, Prof. Gutenberg Albuquerque, e guiado pelo espírito desbravador e inovador do nosso reitor, Wally Menezes.

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