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“O uso de EPI: mais que obrigação, é respeito à vida” – Por Júlio César Ponte

Julio CésarPonte é CEO da JP Engenharia. Foto: Divulgação

Com o título “O uso de EPI: mais que obrigação, é respeito à vida”, eis artigo de Júlio César Ponte, CEO da JP Engenharia. “Empresas sérias não abrem mão disso. Segurança e planejamento caminham juntos. Em obras mais complexas, é essencial ter técnicos e estagiários de segurança atuando em tempo integral. É um investimento, sim, mas um investimento que salva vidas e evita tragédias”, expõe o articulista.

Confira:

Em um canteiro de obras, a segurança deve ser prioridade inegociável. Não se trata apenas de cumprir normas, mas de preservar vidas. O Equipamento de Proteção Individual (EPI) não é um adereço ou uma exigência da empresa, é um recurso fundamental para proteger a integridade física de quem executa o trabalho. Capacete, luvas, botas, óculos, protetores auriculares: cada item tem uma função clara e vital.

Apesar disso, muitos trabalhadores ainda resistem ao uso dos EPIs. É uma questão cultural. Há quem encare a exigência como imposição, quem veja no equipamento um incômodo ou até um símbolo de subordinação. Isso precisa mudar. Usar o EPI deve ser compreendido como um ato de responsabilidade consigo mesmo e com os colegas.

Empresas sérias não abrem mão disso. Segurança e planejamento caminham juntos. Em obras mais complexas, é essencial ter técnicos e estagiários de segurança atuando em tempo integral. É um investimento, sim, mas um investimento que salva vidas e evita tragédias.

Há também o aspecto da imagem. Uma obra onde todos estão devidamente equipados, uniformizados e protegidos transmite organização, profissionalismo e respeito. Por outro lado, canteiros com trabalhadores de chinelo, pendurados em estruturas precárias, sem nenhuma proteção, representam não só um risco, mas uma negligência inaceitável.

O custo da segurança é irrisório diante das consequências de um acidente grave ou de um óbito. Empresários conscientes sabem disso. Não negociam segurança. Se for para cortar EPI, é melhor nem começar a obra. Porque mais caro que um orçamento alto, é o preço da vida perdida por falta de cuidado.

*Júlio César Ponte

CEO da JP Engenharia.

Eliomar de Lima: Sou jornalista (UFC) e radialista nascido em Fortaleza. Trabalhei por 38 anos no jornal O POVO, também na TV Cidade, TV Ceará e TV COM (Hoje TV Diário), além de ter atuado como repórter no O Estado e Tribuna do Ceará. Tenho especialização em Marketing pela UFC e várias comendas como Boticário Ferreira e Antonio Drumond, da Câmara Municipal de Fortaleza; Amigo dos Bombeiros do Ceará; e Amigo da Defensoria Pública do Ceará. Integrei equipe de reportagem premiada Esso pelo caso do Furto ao Banco Central de Fortaleza. Também assinei a Coluna do Aeroporto e a Coluna Vertical do O POVO. Fui ainda repórter da Rádio O POVO/CBN. Atualmente, sou blogueiro (blogdoeliomar.com) e falo diariamente para nove emissoras do Interior do Estado.

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