O Polo Químico de Guaiúba (RMF), projeto do Sindicato das Indústrias Químicas do Estado do Ceará (Sindquímica-CE), ganhou mais uma empresa. Já está em operação no local a nova unidade da ExataCor, que atua na importação e fabricação de matérias-primas, com a expertise de 25 anos no mercado. A fábrica deve ampliar a capacidade do Ceará no fornecimento de corantes, pigmentos e produtos químicos para os setores têxtil, tintas, plásticos, saneantes, pavers e artefatos de cimento.
A iniciativa deve ainda impulsionar a expansão da ExataCor no Nordeste, com foco na satisfação dos clientes, na excelência operacional e na geração de vantagem competitiva, dado o crescimento de aproximadamente 50% na capacidade produtiva (passando de 2 mil toneladas ao ano para 3 mil ton/ano) e cerca de 60% no faturamento, refletindo ganhos de escala, eficiência logística e maior proximidade com mercados estratégicos.
“Esse movimento reforça, de forma consistente, o posicionamento da empresa como um relevante player no cenário nacional, pautado pela eficiência, competitividade e geração de valor sustentável. Consolidamos também uma estratégia logística robusta ao nos aproximarmos de um dos principais hubs logísticos do País, o Porto do Pecém, com sua expertise na operação de comércio exterior, via importação de matérias-primas, prospecção e desenvolvimento de novos fornecedores locais, nacionais e internacionais”, destaca Carlos Pimentel, gerente-geral da ExataCor no Ceará.
Polo em expansão
Sirtuado na Região Metropolitana de Fortaleza, a 34,74 km da Capital, o Polo Químico de Guaiuba conta com nove empresas em atividade – de diversos segmentos do setor químico. Outras seis estão em obras, somando 60% da ocupação física. Atualmente, são gerados mais de 600 empregos diretos no empreendimento.
A estimativa é que, até o fim do ano, 12 indústrias estejam efetivamente instaladas e operando no local, segundo o presidente do Sindquímica, Beto Chaves.
Com a segunda fase do Polo, que já foi considerada tecnicamente viável pela ADECE, grande parceira do Sindquímica no empreendimento, a planta receberá 24 indústrias e deve gerar cerca de 2.000 empregos.