Por teimosia e por desistências, Luizianne deverá ser anunciada como candidata ao Senado na chapa governista

Homenagem a Luizianne em defesa da mulher vira ato político na Alece. Foto: Paulo MOska

Luizianne Lins poderá ter vencido mais uma dessas do tamanho “300”, quando deverá ser anunciada como a segunda candidata na chapa governista para as eleições ao Senado. Cid Gomes (PSB) já foi anunciado na convenção do PT do Ceará no último dia 31.

Ao se autointitular como única “representante da esquerda”, Luizianne (Rede) busca o diferencial para chegar ao Senado.

Sem a garantia de conseguir legenda para as disputas, a ex-prefeita de Fortaleza e atual deputada federal deixou o PT e se filiou ao partido Rede Sustentabilidade. Sua pré-candidatura foi a mais lançada entre todos os outros pré-candidatos, por diferentes setores ligados à ideologia das esquerdas, desde o núcleo de mulheres aos intelectuais.

O anúncio da candidatura de Luizianne na chapa governista deverá ser feita nesta quarta-feira (5), em ato que terá à frente o ministro José Guimarães.

Desistências

O que no começo era uma disputa de acirrada, atualmente a segunda vaga na chapa governista está quase uma “vacância”.

A indicação estava guardada como uma espécie de prêmio a Moses Rodrigues (União), caso conseguisse a federação para a aliança com Elmano, ou mesmo uma neutralidade.

E o óbvio foi concretizado nesta terça-feira (4), com a confirmação da Federação União Progressista na aliança da candidatura Ciro Gomes (PSDB), o que deverá acarretar um maior tempo de televisão na propaganda eleitoral para o tucano.

Outros que ficaram pelo caminho foram Eunício Oliveira (MDB) e Chiquinho Feitosa (Republicanos), que se esvaziaram politicamente durante o processo.

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