Um novo etilo de moradia tem avançado no país nos últimos anos, quando jovens casais ou solteiros têm optado pelo aluguel ao invés do sonho da casa própria, diante de muitas vezes de uma necessidade de deslocamentos por trabalhos ou faculdades.
Atento ao novo comportamento, o mercado imobiliário brasileiro deverá intensificar nos próximos anos um modelo mais baseado em renda recorrente, com empreendimentos residenciais construídos especificamente para locação.
A avaliação é de Gustavo Favaron, CEO global do GRI Institute, que nesta terça-feira (17) participa do encontro Trends Experience 2026, organizado pela VSM Comunicação, em evento para empresários, investidores do setor imobiliário e convidados.
“O empreendimento inteiro, gerido por uma operação profissional, gera receita todo mês, como se fosse um negócio”, apontou o executivo.