Seeaconce faz mobilização pela Convenção Coletiva de Trabalho 2026

Hora de articular pelo piso nacional do garis e por convenção coletiva. Foto: Divulgação

O Seeaconce, sindicato que representa os trabalhadores terceirizados, de asseio e conservação e de limpeza pública, entre outras categorias, promoveu reunião nessa quinta-feira, em Quixadá (Sertão Central). Com trabalhadores, tratou de diversas pautas. Entre elas, a Convenção Coletiva de Trabalho 2026, passando informações sobre o reajuste em salários e direitos, conquistado pelos terceirizados e ainda em negociação para o pessoal de limpeza pública.

O Seeaconce, representado por seu presidente, Josenias Gomes, e por diversos outros diretores, além de advogados integrantes de sua assessoria jurídica, faz mobilização também pela aprovação do projeto de lei 4146/2020, a lei do piso salarial nacional dos garis, em tramitação no Senado.

Convenção Coletiva

O Seeaconce luta para que a nova proposta de Convenção Coletiva da Limpeza Pública inclua o direito de os profissionais gari de varrição, capinador e podador passarem a receber 40% de adicional de insalubridade, a partir de outubro deste ano. Um direito que está sendo buscado, também em nível nacional, com a luta pela aprovação do Projeto de Lei N. 4146, da Lei do Piso Salarial Nacional dos Garis.

“É hora de mobilização para aprovar esse projeto no Congresso Nacional! Precisamos cobrar do presidente do Senado e de todos os senadores e senadoras o compromisso com essa pauta e sua aprovação”, ressalta Josenias Gomes, destacando que o piso salarial nacional dos garis seria inicialmente de R$ 1.706,52. Outro ponto de luta é o direito à aposentadoria dos garis com 25 anos de trabalho, devido à alta insalubridade e às características desafiadoras da atividade, sob sol, chuva e riscos diversos.

“A votação do PL 4146 é um passo decisivo para garantir um piso salarial nacional e mais justiça para a categoria. O piso vai reduzir desigualdades entre os estados e garantir melhores condições de vida para milhares de trabalhadores/as em todo o Brasil”, ressalta o presidente do Seeaconce

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