O Sistema Alece de Comunicação, da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Alece), está entre os finalistas, com dois trabalhos, do 13º Prêmio Sebrae de Jornalismo (PSJ) – Etapa Ceará.
As produções concorrem nas categorias Vídeo e Fotojornalismo e foram desenvolvidas pela Célula de Reportagens e Documentários, por meio do Núcleo de Produção Audiovisual, e pela Revista Plenário, respectivamente. Os trabalhos se destacam por valorizar a cultura, a tradição e a identidade cearense.
A avaliação dos inscritos está a cargo de um júri composto por representantes do Sebrae/CE, do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Ceará (Sindjorce) e da Associação Cearense de Imprensa (ACI). Superando as edições anteriores, o Prêmio registrou 91 trabalhos inscritos na etapa estadual. Os vencedores serão revelados no dia 16 de setembro, em cerimônia realizada pelo Sebrae/CE.
O primeiro lugar de cada categoria receberá um troféu e o direito de representar o Ceará na etapa regional, que é classificatória para a etapa nacional do prêmio.
Sobre os trabalhos finalistas
Na categoria Vídeo, o Núcleo de Produção Audiovisual está concorrendo com o segundo episódio da série Ceará Raiz, intitulado “Cachaça de Viçosa do Ceará”. A edição percorreu engenhos e alambiques do reconhecido polo histórico da produção de cachaça no Ceará, que abriga mais de 80 fábricas. O episódio conta também com entrevistas com produtores e apresenta todas as etapas da fabricação – da colheita da cana à destilação e chegada do produto final às prateleiras.
O trabalho é representado pela jornalista Marina Ratis e conta na equipe com Odério Dias, Crisley Cavalcante, Carmem Ciene, Meg Banhos, Neurivaldo Andrade, Ilo Santiago Jr., Tarciana Campos e Viviane Sobral.
Já na categoria Fotojornalismo, a Revista Plenário Alece destacou-se pela imagem capturada pelo servidor Rodrigo Carvalho, orientador da Célula de Fotografia do Sistema Alece de Comunicação.
A fotografia intitulada “Doçura da Seca” mostra um apicultor na produção de mel de aroeira, no sertão da Região dos Inhamuns. O mel recebeu, em 2025, o Selo de Indicação Geográfica (IG), tornando-se uma marca da região e orgulho para os produtores.