“A Transnordestina é uma obra essencial para o futuro industrial do Ceará. Ela criará condições para a atração de novos investimentos e irá fortalecer as cadeias produtivas já instaladas. Por isso, o diálogo entre a FIEC, a Transnordestina Logística e o município de Maranguape é fundamental para alinhar estratégias e garantir que o desenvolvimento econômico gerado pela ferrovia se transforme em benefícios para a indústria e à população”.
A observação é do presidente da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC), Ricardo Cavalcante, que nessa quarta-feira (11) recebeu o prefeito de Maranguape, Átila Câmara, e diretor-presidente da Transnordestina Logística (TLSA), Ismael Trinks, quando debateram estratégias de desenvolvimento industrial no município da Região Metropolitana de Fortaleza, com a operação da ferrovia.
O encontro também foi acompanhado por Alex Trevisan, diretor comercial e de Terminais da TLSA, e Paulo Neto, secretário de governo de Maranguape.
“A Transnordestina vai ser uma oportunidade muito grande no desenvolvimento industrial e de desenvolvimento de negócios no Ceará. Por onde a ferrovia passar, com certeza vai trazer muita prosperidade. A FIEC, nesse sentido, é fundamental para nortear e prospectar novos negócios e desenvolver também os que já estão aqui. Esperamos fazer com que Maranguape tenha um que ano importante desde o desenvolvimento industrial”, comentou Átila Câmara.
De acordo com Ismael Trinks, a participação da FIEC no processo tem papel central na mobilização de empresas e oportunidades para as regiões por onde a Transnordestina deve passar.
“A Transnordestina é um indutor de produção, indutor de indústrias, e a gente verifica a possibilidade de ter um crescimento industrial muito forte, que é totalmente sinérgico com a ferrovia. A FIEC pode nos auxiliar a trazer novas indústrias para o Ceará e mostrar o que a ferrovia consegue trazer de benefícios, diminuindo o custo de insumo e melhorando a logística”, destacou.
Uma resposta
Outra obra ESSENCIAL para nós é o ANEL VIÁRIO, que absurdamente, nunca é concluído e nunca explicam os motivos da falta de vontade para entregar essa obra aos cearenses.
Tão demorado quanto foi a Sargento Hermínio ou a José Jatahy, esperando atingir a marca da Catedral Metropolitana.