Fortaleza será sede, nos dias 30 de abril, 1º e 2 de maio, do II Congresso Cearense de Genética Médica. A realização é da Escola de Saúde Pública (ESP), que abrirá seu auditório para o encontro que contará com o apoio da Universidade de Fortaleza. O tema desta edição será “Genética Médica: suas múltiplas interfaces”, destacando a neurodiversidade e reforçando a integração entre assistência, ensino, pesquisa e sociedade.
O evento ocorrer em conjunto com o II Encontro dos Residentes de Genética Médica do Ceará e o II Congresso de Doenças Raras, incluindo ainda o II Encontro Nacional das Associações de Doenças Raras e Transtornos do Neurodesenvolvimento, tendo como públicos-alvo geneticistas, pediatras, neurologistas (incluindo especialistas em neurologia infantil), neonatologistas, endocrinologistas, clínicos gerais, profissionais de saúde que atuam com doenças genéticas e/ou raras, além de pesquisadores e estudantes de graduação, pós-graduação e residência.
A produção científica local também será valorizada, por meio da apresentação de trabalhos e discussão de casos, consolidando o 2º Congresso Cearense de Genética Médica como uma oportunidade ímpar de atualização e troca de experiências em uma área em constante evolução.
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Nomes de peso
O evento contará com a participação de especialistas de destaque nas áreas de genética médica, neurologia, pediatria e doenças raras, reunindo profissionais com atuação relevante na assistência, pesquisa e ensino. A programação inclui palestrantes de instituições reconhecidas nacionalmente, abordando desde temas clássicos até avanços recentes no diagnóstico e tratamento de condições genéticas. Essa diversidade de experiências e áreas de atuação contribui para um debate qualificado, interdisciplinar e alinhado às demandas atuais da prática clínica e científica.
A presidência do II Congresso Cearense de Genética Médica está a cargo de duas médicas geneticistas com experiência acadêmica e clínica: Denise Carvalho de Andrade e Erlane Marques Ribeiro.
*Denise Carvalho de Andrade é formada pela Universidade Federal do Ceará, com doutorado em Genética pela USP, e atua como professora universitária e pesquisadora, além de coordenar projetos ligados à genética médica e doenças raras no Ceará.
*Erlane Marques Ribeiro possui formação em Medicina, com especialização em pediatria e genética, doutorado em Ciências da Saúde e atuação destacada em neonatologia e doenças raras. Também exerce funções de coordenação em serviços de referência no estado.
Centro de Doenças Raras
Nesse contexto, a Fundação Edson Queiroz, por meio da Unifor, marca presença de forma estratégica, especialmente após a inauguração, em março deste ano, do Centro de Neurodesenvolvimento em Doenças Raras (CEND). Instalado no Núcleo de Atenção Médica Integrada (NAMI), o equipamento foi criado com a missão de oferecer atendimento especializado e interdisciplinar a crianças de 0 a 6 anos com doenças neurológicas raras no Ceará, aliando assistência de excelência à produção de conhecimento científico.
SERVIÇO
*Escola de Saúde Pública do Ceará (ESP) – Avenida Antônio Justa, 3161 – Meireles, Fortaleza.