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Xangai e a Regra Véia são atrações hoje no CCBNB Fortaleza

Xangai, o aciganado poeta das múltiplas delicadezas. Foto: Divulgação

Xangai, com transcrição e edição do jornalista Dalwton Moura, falou para o Blogdoeliomar.com com exclusividade.

Confira:

“Caminhante aciganado com mais de 15 discos lançados, Xangai é um poeta de múltiplas delicadezas. Seu canto é uma homenagem aos ranchos fundos do sertão brasileiro”. Assim Laurita Dias, pesquisadora e paraibana, define o bardo baiano-sertanejo-da Regra Véia Xangai, que está em Fortaleza para show – ou melhor, cantoria, como ele prefere – nesta quarta-feira, 13, aniversário de seu Luiz Gonzaga, às 22 horas, na Virada Cultural do Centro Cultural Banco do Nordeste (CCBNB).

Na manhã desta quarta, ele gravou entrevista para a série “Nomes do Nordeste”, do CCBNB, com mediação de Laurita.

Confira com exclusividade uma prévia da conversa emocionante sobre o sertão, a “Regra Véia”, o Ceará, Humberto Teixeira, Patativa do Assaré, Gonzagão, Elomar, estrangeirismos pra dizer o que o português do sertão já diz, o projeto “Cantoria”, o cantar apassarinhado, as formas de dizer, saber e fazer no Nordeste, sem igual:

Laurita Dias: Xangai, o que vem à sua cabeça quando você pensa em Ceará?

Xangai: Dizem que o povo do Ceará tem a cabeça grande, mas, segundo Gordurinha, que fez a música mais famosa do ceará, e ele em sendo baiano se malungou com um cearense, Nelinho, e fez “Súplica cearense”: “Oh, Deus, perdoe esse pobre coitado…”. Dizem que baiano tem cabeça grande também. “Cabeça grande é sinal de inteligência. Eu agradeço à Providência ter nascido lá”. Cabeça grande é sinal de inteligência. Eu me sinto à vontade, me sinto no Brasil quando tô no Ceará. O que não falta é referência pra que a gente se apaixone por essa terra, das mulheres rendeiras a Humberto Teixeira e à estada de Luiz Gonzaga nesta terra, o pontapé inicial pro maior artista brasileiro de todos os tempos surgiu quando ele teve de passar pelo Ceará. Eu gosto de estar aqui. Difícil querer ir embora do Ceará. Gostou muito daqui, graças a Deus.

LD: Xangai, quando foi que você se entendeu de gente, pra ser arteiro, pra ser esse caminhante artista? Arteiro mesmo, né?

Xangai – Minha mãe, Dona Teresa, diz que quando eu chorava, quando ela me dava uns tabefes, não tinha conversa não. Dizem que era muito traquino, mas ela diz: Menino, você quando era um bebé, que o povo chama bebê, beber é to drink, beber, isso é por causa do aculturamento, dos filmes de cowboy, baby, de baby pra bebê foi um pulo. Mas o certo é “bebé”. Jararaca tem uma música que foi por tempos a mais tocada do Brasil no exterior: “Mamãe, eu quero mamar. Dá a chupeta pro bebé não chorar…”. Minha mãe, quando eu chorava e era bebé, ela achava que eu tava cantando. Até ter consciência é uma questão das andanças, da ciganagem. Não sou de origem cigana, mas tambem sou. Somos todos. Uma miscigenação brasileira. Eu sabia que poderia ter estudado, na minha época de estudante, de garoto, havia duas profissões as quais os pais desejavam que os filhos viessem ser: médico e engenheiro. Eu sou um veterinário autodidata, sei curar os animais. Meu pai sabia. Mas eu sabia que ia ser era cantador. Nem médico nem engenheiro. Trabalhei em um bocado de outras coisas pra sobrevivência, pra sobreviver. Mas fui que nem Luiz Gonzaga, fui pro Rio de Janeiro em busca do meu sonho. Ê, mestre Luiz!

A pessoa, os encontros nessa caminhada, o lugar que a gente vive, que é Nordeste, caatinga, e impõe pra gente uma série de sabenças que embora estejam fora das normas cultas, da escrita, que pautam a vida nesse mundo ocidental tdinho, é uma sabedoria de outra ordem. Como é que você olha pro seu chão? Você já cantou muito a natureza, esse cantar apassarinhado. É uma marca muito forte, a sua relação com o seu território, uma coisa muito forte na sua arte, né?

Se eu for falar assim por que, não sei. Já sou desse jeito, mesmo. Já que estamos aqui no CCBNB Fortaleza, aqui no Ceará, como é que se explica Patativa do Assaré? João do Vale? São pessoas que não precisa explicar. Basta a gente ouvir e ver essas pessoas, o trabalho que elas deixaram, o legado. Pra gente se sentir ter uma pertença. Ser dono dessa obra, beber nessa fonte. Por isso não me considero um órfão cultural, porque bebi e continuo bebendo na fonte cristalina trazida pelos grandes mestres. É isso. Eu me sinto dentro desse contexto e andar com dignidade dentro desse caminho é mais difícil . Muitos andam pelas estradas Já andei muito pela estrada. Tô procurando andar no caminho.

LD: Estamos no 13 de dezembro, aniversário de Seu Luiz. E isso é muita coisa, ne?

Claro! Luiz, que eu disse no começo da nossa prosa, vindo pro ceará, depois se encontrou com outras pessoas, mestres. Luiz Gonzaga e um diamante da maior luminosidade possível. Mas, como carecesse de lapidar, aí vem Humberto Teixeira, o cearense. E em seguida, mais um pouco adiante, vem Zé Dantas, pernambucano, o outro que deu a têmpera. Esses dois camaradas pegaram aquele diamante que brilha eternamente como uma das mais belas estrelas do universo. E Humberto Teixeira faz com ele uma das coisas mais lindas que há!

A gente não sabe nem o que dizer, depois disso. É mais sentir. A obra vai tangendo a pessoa pra frente. O que aparece na obra de Xangai, e na obra elomariana, dizem desse jeito de saber e de fazer que é muito típico da gente, do Nordeste. Estar hoje neste programa, “Nomes do Nordeste”, é uma afirmação muito grande disso. A gente aprende neste mundo dos sertões é de boca ao ouvido.

LD: Bocalmente falando

Tem coisa que é só aquele lugar que ensina. Não tem escola que ensine. Sei que você é muito apaixonado, como eu sou, pelos dizeres do nosso povo. Queria que você falasse sobre essa Regra Véia, que a gente gasta tanto assunto.

Xangai – Você tá fazendo essas perguntas, querendo me dar um drible, que eu acho ótimo, mas posso inverter também e dizer que essa moça vem de um lugar sagrado, Monte Orebe, no Oeste paraibano. O que você vivenciou e vivencia lá com sua maninha, sua mãe, olha o quanto de valor e de realidade a gente presencia e vivencia num lugar desse. É ou não é? Como é o Monte Orebe?

Laurita: tem um amigo que diz isso, e fiquei muito na cabeça Você chega pra seu Antônio e pergunta quanto é que mede uma corda. Ele responde: “É meu tamanho mais duas braças”. Olha que coisa bonita. Ele não precisa dizer dentro de um padrão, né? Antes dessa escritura vem um saber. A obra elomariana tá repleta disso. E você que é o maior cantador da obra elomariana, que ele tem muito apreço e confia muito em você, ela tá cheia disso, ne?

Elomar é um fenômeno. Mas eu não falo puxando o saco. O que tô falando de Humberto Teixeira, Zé Dantas, Luiz Gonzaga, pelo aniversário de Luiz Gonzaga, pela importância que ele teve, mas Elomar é um caso diferente. Ele tem uma memória atávica, e eu sou um espiritualista e sou crente nessa maravilha proporcionada pelo criador, da reencarnação, pra dar continuidade na possibilidade do espírito evoluir, né? Elomar é um espírito véi, véi. É muita veança! É do “pispei”, corruptela da palavra “princípio”. Ele vem do princípio, e vem armazenando nessa memória atávica e espiritual uma porção de grandiosidades que servem pra gente aprender, observar, apreciar. Eu não sou aquele estudioso ferrenho, mas por ser galo do mesmo terreiro ou bodes do mesmo chiqueiro a linguagem pra mim não é estranha. Muitos cantores falam que vou cantar num canto de primeira. Erraram. Ele fala: “Vou cantar no canturi primeiro as coisa da minha modernage que me fizero errante e violeiro. Eu falo sério e não é vadiage”. Eu tenho essa facilidade de compreender o texto. E a música todos podem compreender.

Aprofundando mais, a música de Elomar não é inferior… Todos são maravilhosos! Quem é o maior compositor? Bach, Vivaldi, Beethoven? A música de Elomar é equiparável à dele. Não é inferior, que eu quero dizer. Agora o maior poeta quem é? Patativa é um. Castro Alves. Camões. O texto de Elomar não é inferior ao texto de Castro Alves. Tá no padrão. Então ele é maior que Beethoven e que Castro Alves, porque eu não conheço a música de Castro Alves nem o texto de Beethoven. É uma outorga muito grande pra uma pessoa só. Não é paixão, não sou tiete, de ficar com a mãozinha pra lá e pra cá. É uma coisa desmedida, real.

Posso falar uma coisa dele aqui? Vou mostrar uma música pra vocês verem, é um tipo de arretirada:

Eu conheço a história porque na beira do Rio gavião, ele faleceu, já, José Cândido, Maria de Dona Dinora, na época com dois filhos. Nizinha e Zé Lino. E a seca, tava no padrão desta seca que estamos atravessando, com fé em deus. Aí José Cândido chega pra Dinora e conta que vai ter que ir em busca de recursos. Diz assim:

LD: Eu queria que todo mundo tivesse tendo a vista que tô tendo daqui (bem ao lado de Xangai). Um dos grandes privilégios dessa coisa de pesquisar música, poder ver essa mão sabida dedilhando essas cordas. É muita encantaria isso. Xangai tem isso. Eu quis muito falar das múltiplas delicadezas, porque ele é isso, da delicadeza genuína. Por isso que me comove muito. Fico muito bulida, como diz lá em Nozes. Fico muito bulida! Mas, Xangai, esse casamento com a obra de Elomar, e as parcerias, as composições juntos já frutificaram muito. Vocês têm uma relação de muito respeito, admiração mútua. Queria saber pra você o que representa no seu íntimo, para além do que a gente já sabe, mas o que significou pra você, o que significa, o “Cantoria”.

Xangai – Interessante… Eu morava no Rio de Janeiro uma época e Elomar na roça, em Conquista, na Caatinga, onde viveu a maior parte da vida dele. Eu já cantava com ele, já tinha gravado o Auto da Catingueira com ele e com Jacques Morelembaum, Marcelo Bernardes, dois gênios musicais que tocavam comigo. Num disco que fiz, um trabalho que vinha já desenvolvendo. E Elomar chega dizendo que tá precisando de dois músicos. E eu falei: Eu tenho. Vou convidar pra gravar “O Auto da Catingueira”. É um universo diferente. Elomar deu a têmpera pra mim. Como falo de Zé Dantas ter dado a Luiz Gonzaga. É uma ética de ser correto no propósito e honrar a palavra empenhada. Mas aí o “Cantoria”, que você tá dizendo. Passou o tempo, um amigo meu, chamado Antônio Carlos Limongi, conhecia Vital Farias e eu cantava com Geraldinho Azevedo, um irmãozão, camarada maravilhoso, e ele : “Você topa fazer um trabalho com Elomar, Vital Farias, Geraldo Azevedo. Eu já trabalhava com o Geraldo, quer dizer, eu não considero trabalho, considero andar. Isso aqui é uma prosa. Contando as histórias da Regra Véia

Estávamos em Salvador e Geraldinho, ou foi Vital Farias que perguntou assim: “Como é que vai ser o nome do show?”. Eu olhei pra Elomar e disse: “Não tô entendendo que vamos fazer um show. Por que show? Por que bebê? Por que baby? Por isso. Eu disse: “O que posso estar compreendendo e entendendo é que vamos fazer uma cantoria”. E Elomar: “Gostei”. Então foi uma sugestão. Não vou dizer que sou o criador, que nada. Os violeiros repentistas sempre falaram em cantoria. Mas pra sair do “show”, eu lembrei da Cantoria. Lembrando do papel desempenhado por Geraldo Amâncio, Ivanildo Vilanova, Lourival Batista. É nesse sentido. E houve uma aceitação, porque o coração tava saindo aqui na ponta do bico de cada um, fazendo o melhor que podíamos na época. E é uma realidade.

Vou contar uma história aqui. Na época, no lançamento do “Cantoria”, tinha um artista, não é falando mal não, pessoa muito admirada no País, tinha vendido um milhão de cópias de um disco dela: “Ilari, Ilari, Ilariê, ô, ô, ô”. E nós devemos ter vendido naquele ano 10 mil cópias do “Cantoria”. Pelo que eu tô informado, já passou de 5 milhões de cópias vendidas o “Cantoria”. E o “Ilariê” ficou lá naquele um milhão. Uma coisa é o que é, de verdade. A permanência.

Eu queria falar, sei que o tempo não tem muito, mas tem um projeto, o “Catingueiros”, que voce botou pra frente. Tenho muito carinho. É lindo aquele projeto. No “Catingueiros” tem um encontro que também me deixou muito bulida. Só de voce ouvir, mesmo sem ver. Só de escutar. Que é com seu Mateus Aleluia. Que é uma entidade! Como é que foi que surgiu esse convite e como é que foi essa gravação? Só de ouvir dá esse arrupeio. Sobe pelo pescoço. Conte pra gente.

Meu primeiro disco foi em 1976, o ano que minha filha nasceu. Conheci Mateus um pouco antes. Conhecendo Antonio Carlos e Jocafi, Maria Creuza, meio que recém-chegado ao Rio. Conheci Mateus, Dadinho e Badu, um trio extraordinário cantando música afrobrasileira sacra. “Sou de Inanã, ewá, ewá, euá ê…”. Aquela coisa linda! E cada música belíssima! Eles mudaram para a África e passaram lá umas duas , quase três décadas, estudando a ancestralidade. Mateus Aleluia é conforme voce disse: uma entidade. Um sacerdote. Agora o talento, a voz, a música, a simplicidade de fazer, tem outro também, que é Bule Bule, meu amigo. (Canta:) “Papai, mamãe, que moça bonita é aquela?. Eu vinha de Jacobina. No camim passei por ela. Ela me dava dinheiro. Eu dava dinheiro a ela. Ela tava em pé na porta. Da porta passou pra janela, penteando seus cabelos no uso da terra dela. Papai, que moça bonita é aquela?…”. Isso é que é Patativa. Eu tô na Regra Véia, na prosa brasileira.

LD: A Regra Véia é a prosa dos sertões. A gente vem conversando muito sobre isso. Eu queria lhe perguntar uma coisa que me inquieta: enquanto mulher circulando por esses espaços de cutura, na educação, a gente vê mais presença de mulheres. Na cultura a gente vê que tem uma construção que afasta mais as mulheres de palco, de coisas assim. Mas queria saber de mulheres da música, da arte, que lhe inspiram e são referência pra voce. Se quiser cantarolar alguma, a gente tambem não acha ruim não.

Olha aqui, esse negócio de fazer muito sucesso, se projetar, virar ídolo e não sei o que. É um negócio de merecimento, de cada um. Não tem uma explicação, mas tem um porquê. Eu vou citar pra sra aqui, Laurita, pra você, aonde eu paro e presto atenção em Helena Meireles, em Inhana e Cascatinha, em Marlui Miranda, cearense extraordinária, hoje vive nas aldeias cantando, fazendo música pros povos indígenas… Tinha uma baixinha assim , rosada, uma das maiores cantoras desse mundo, chamada Elis Regina, não comia regra de ninguém. Bicha feroz! E minha ídola fera, Cátia de França. Eita! Eu fiz uma música com ela:

(Xangai canta “Djaniras”, dele e de Cátia de França)

LD: Então é isso, agradecer muito, ao convite, ao Centro Cultural, pelo convite de a gente estar aqui, puxar esse assunto, gastar essa conversa boa. A gente conversa tanto que eu fiquei imaginando qual assunto que a gente vai puxar pra repartir com o povo. E é muito assunto, né, meu amigo?

Eu fico grato também. Já tem uns cem aaaaanos de solidão , que fiz esse projeto “Nomes do Nordeste”. O Banco do Nordeste tem essa particularidade, e essa responsabilidade, e esse dever de proporcionar isso. É uma instituição econômica, mas não deve economizar pra mostrar a realidade pro nosso povo, para o qual esse banco foi criado. Atender aos nossos irmãos do Nordeste, do polígono das secas, que vai até o norte do Espírito Santo, o norte de Minas Gerais, passando por Montes Claros… É fundamental que esse projeto prossiga, oportunizando pessoas como a senhora, Laurita, esse espaço. Estou honrado de poder bater esse papo aqui. Nós aqui tamos mostrando o BNB. O que o BNB proporciona pra nos mostrar, também estamos mostrando o BNB. E a Regra Véia faz com que a gente se rejuvenesça.

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