Há 100 anos nascia o revolucionário e ex-ditador cubano Fidel Castro

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Uma resposta

  1. Uma piada a frase HOJE MILHÕES DE CRIANÇAS DORMIRÃO NA RUA, NENHUMA DELAS É CUBANA!
    Leonardo Coutinho disse:
    As sanções americanas e, mais recentemente, o cerco ao fornecimento de petróleo agravam brutalmente a crise. Mas transformá-las na explicação para 67 anos de fracasso seria repetir um recurso que o regime inventou e seus apoiadores papagueiam pelo mundo. O embargo não criou o partido único, não proibiu eleições livres, não fechou jornais, não organizou fuzilamentos sumários nem enviou homossexuais, religiosos e outros “desviados” aos campos de trabalho forçado. O “bloqueio”, que nem é de fato um bloqueio, é para a ditadura o álibi perfeito e eterno para evitar ser confrontada com seus fracassos.

    Celebrar Fidel não é um exercício inocente de nostalgia. É conceder licença moral a um método: concentrar poder, eliminar contrapesos, chamar repressão de defesa da revolução e atribuir todo fracasso a um inimigo externo. O caudilho morreu em 2016, mas seu legado infernal segue vivo.

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