Eliomar de Lima
Sou jornalista (UFC) e radialista nascido em Fortaleza. Trabalhei por 38 anos no jornal O POVO, também na TV Cidade, TV Ceará e TV COM (Hoje TV Diário), além de ter atuado como repórter no O Estado e Tribuna do Ceará. Tenho especialização em Marketing pela UFC e várias comendas como Boticário Ferreira e Antonio Drumond, da Câmara Municipal de Fortaleza; Amigo dos Bombeiros do Ceará; e Amigo da Defensoria Pública do Ceará. Integrei equipe de reportagem premiada Esso pelo caso do Furto ao Banco Central de Fortaleza. Também assinei a Coluna do Aeroporto e a Coluna Vertical do O POVO. Fui ainda repórter da Rádio O POVO/CBN. Atualmente, sou blogueiro (blogdoeliomar.com) e falo diariamente para nove emissoras do Interior do Estado.
Uma resposta
Uma piada a frase HOJE MILHÕES DE CRIANÇAS DORMIRÃO NA RUA, NENHUMA DELAS É CUBANA!
Leonardo Coutinho disse:
As sanções americanas e, mais recentemente, o cerco ao fornecimento de petróleo agravam brutalmente a crise. Mas transformá-las na explicação para 67 anos de fracasso seria repetir um recurso que o regime inventou e seus apoiadores papagueiam pelo mundo. O embargo não criou o partido único, não proibiu eleições livres, não fechou jornais, não organizou fuzilamentos sumários nem enviou homossexuais, religiosos e outros “desviados” aos campos de trabalho forçado. O “bloqueio”, que nem é de fato um bloqueio, é para a ditadura o álibi perfeito e eterno para evitar ser confrontada com seus fracassos.
Celebrar Fidel não é um exercício inocente de nostalgia. É conceder licença moral a um método: concentrar poder, eliminar contrapesos, chamar repressão de defesa da revolução e atribuir todo fracasso a um inimigo externo. O caudilho morreu em 2016, mas seu legado infernal segue vivo.