Detentor de prêmios internacionais, sendo dois no Festival de Berlim, e quatro Kikitos no Festival de Cinema de Gramado, a produção cearense “Feito Pipa” foi escolhida pela Academia Brasileira de Cinema, nesta quarta-feira (16), para representar o Brasil na disputa por uma vaga na categoria de Melhor Filme Internacional no Oscar de 2027.
O longa tem à frente o cineasta cearense Allan Deberton e foi todo gravado em Quixadá, no Sertão Central.
“Feito Pipa” estava entre os seis longas habilitados pela Academia Brasileira de Cinema para disputar a escolha do representante do Brasil no Oscar 2027, na categoria de Melhor Filme Internacional.
O longa precisou cumprir os critérios estabelecidos pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, que incluíram uma exibição comercial de pelo menos sete dias consecutivos em seu país de origem, que ocorreu em Quixadá.
Sinopse
O filme conta a história de Gugu (Yuri Gomes), um menino de quase 12 anos apaixonado por futebol que vive com a avó Dilma (Teca Pereira), responsável por criá-lo de maneira livre e afetuosa. Quando precisa encarar a possibilidade de deixar aquela vida para morar com o pai, Batista (Lázaro Ramos), Gugu se vê diante de seu primeiro grande desafio.
Ficha técnica
Melhor Filme pelo Júri Popular;
Melhor Direção — Allan Deberton;
Melhor Atriz — Teca Pereira;
Melhor Ator Coadjuvante — Lázaro Ramos;
Menção Honrosa — Yuri Gomes.
Produzido pela Deberton Filmes e Biônica Filmes, “Feito Pipa” tem distribuição no Brasil pela Paris Filmes e vendas internacionais pela M-Appeal. O filme conta com patrocínio do Nubank, produção associada da Mistika e apoio do Projeto Paradiso, por meio da Incubadora Paradiso. É uma realização com apoio da PNAB, PNAB Ceará, Governo do Ceará, BRDE, FSA, ANCINE e Ministério da Cultura.