Para o presidente do Sindiônibus no Ceará, Dimas Barreira, o transporte coletivo no país acumula perdas, desde a pandemia da Covid, em 2020, diante do avanço dos apliacativos e do envelhecimento da população, o que aumenta o fluxo da gratuidade.
Ele apresentou nesta quarta-feira (12), em São Paulo, o painel “O ônibus que o Brasil quer em 2030: confortável, limpo e tecnológico – e o financiamento que tornará isso realidade”, em debate no seminário da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU).
Dimas Barreira apontou o levantamento em 19 sistemas de capitais e regiões metropolitanas, que mostra a estagnação da demanda, em 80% a 86% em relação ao nível pré-pandemia.
O dirigente do Sindiônibus citou ainda a situação em Fortaleza, quando a capital cearense precisaria de mais ônibus, mais viagens e maior frequência. Mas a frota seria velha e insuficiente.