Programa aposta na atuação de agentes da própria comunidade para transformar capacitação em melhorias práticas nos empreendimentos
Durante três meses, o Acelera Vila Velha acompanhou de perto 18 empreendedores da comunidade, combinando capacitação, mentorias e orientação técnica com visitas realizadas diretamente nos estabelecimentos.
Os empreendedores participaram de uma trilha de conhecimentos voltada ao desenvolvimento de competências técnicas, operacionais e relacionais, permitindo que eles identificassem oportunidades de melhoria e buscassem soluções para os desafios presentes no cotidiano dos negócios.
Para Gerd Müller, gestor do programa, a proximidade com os empreendedores é essencial para que iniciativas de qualificação produzam resultados concretos. “Quando falamos de pequenos negócios, cada realidade é diferente. Por isso, é importante conhecer o empreendedor, entrar no estabelecimento, entender a rotina e identificar quais são os principais desafios. O Acelera trabalha justamente nessa perspectiva: levar orientação para onde o negócio acontece e construir soluções que sejam possíveis de aplicar no dia a dia”, explica.
A conclusão do primeiro ciclo do programa acontece nesta quinta-feira (13) com a entrega dos certificados. A iniciativa representa o encerramento dos três meses de acompanhamento, mas também o início da aplicação de um novo conjunto de conhecimentos pelos participantes.
Conhecimento dentro do negócio
A atuação de agentes da própria comunidade foi uma das estratégias utilizadas para aproximar o programa dos participantes. Antes do início das atividades, esses profissionais passaram por qualificação para realizar o acompanhamento. Ao longo do ciclo, visitaram os estabelecimentos e mantiveram contato próximo com os empreendedores.
O impacto esperado pelo programa também ultrapassa os empreendedores diretamente atendidos. Em uma comunidade com mais de 60 mil habitantes e forte atividade comercial, o fortalecimento dos pequenos negócios pode contribuir para movimentar a economia local e ampliar a circulação de oportunidades.
“São 18 empreendedores diretamente acompanhados, mas o potencial de impacto é muito maior. Um negócio mais organizado consegue atender melhor, buscar novas oportunidades e fortalecer suas relações com clientes e fornecedores. Esse movimento acaba refletindo no território. A nossa intenção é que esses empreendedores sejam agentes de transformação também dentro da própria comunidade”, ressalta Gerd Müller.
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