Ronaldo Martins e Priscila Costa vivem clima de ansiedade por vaga do União Brasil

Chiquinho Feitosa e Ronaldo Martins. Foto: Divulgação

Com a decisão em última instância, nesta quinta-feira (21), da cassação dos 48.888 votos do então candidato do União Brasil, Heitor Freire, por unanimidade no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a cadeira desocupada por Dayane do Capitão passou a ser disputada entre Priscila Costa (PL) e Ronaldo Martins (Republicanos), diante da recontagem dos votos nas eleições de 2022.

Com a perda dos votos de Heitor Freire, Dayane do Capitão passou a não atingir mais o coeficiente eleitoral, conforme divulgou com exclusividade o Blogdoeliomar, no fim de abril, sendo o União Brasil ultrapassado pelo PL e pelo Republicanos, sendo esse último partido sem representatividade na Câmara Federal, pelo Ceará.

Antes mesmo do anúncio oficial do TSE sobre a troca de cadeira na Câmara dos Deputados, os dois partidos fazem as contas.

Irregularidades

Os ministros do TSE acataram a denúncia do Ministério Público Eleitoral (MPE) de captação e gastos ilícitos de recursos na campanha de Heitor Freira, em 2022.

O relator do processo, ministro Antonio Carlos Ferreira, aponta irregularidades pelo uso antieconômico do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), ainda que respeitados os limites legais. De acordo ainda com o processo, foram gastos R$ 618,6 mil em pagamentos da militância, despesa que não foi devidamente comprovada. Já o valor de R$ 1 milhão do FEFC teria sido supostamente gasto em serviços contábeis e advocatícios

Acompanharam o voto do relator os ministros Floriano de Azevedo Marques, Ricardo Villas Bôas Cueva, Nunes Marques, Cármen Lúcia, André Mendonça e Estela Aranha.

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