A Universidade Estadual do Ceará conta agora com o Laboratório Maker de Física, localizado no Centro de Ciências e Tecnologia (CCT), no Campus Itaperi. A entrega do novo espaço foi realizada pelo reitor da instituição, Hidelbrando Soares, e representa um importante investimento na modernização da infraestrutura acadêmica voltada ao ensino, à pesquisa e à extensão, após a reforma e ampliação da sala destinada ao laboratório.
O Laboratório Maker de Física foi concebido para atender às demandas dos cursos de Licenciatura e Bacharelado em Física da Uece, oferecendo um ambiente adequado para a criação e o desenvolvimento de projetos inovadores. O espaço tem como finalidade fortalecer as práticas de ensino na graduação, possibilitar a construção de protótipos para pesquisas na área de Física e ampliar as ações extensionistas desenvolvidas junto às escolas da rede pública de ensino.
Segundo o coordenador do laboratório, professor Carlos Salomão, “o Laboratório Maker de Física nasce abrigando um nó de um projeto muito importante para a educação, o Mais Ciência na Escola. Por meio desse projeto, estamos levando a cultura maker para as escolas públicas do Estado do Ceará. Totalizando 75 escolas atendidas pelo programa no Ceará, sendo 22 delas em Fortaleza, o projeto tem seu ponto de apoio e formação, como laboratório-modelo, na Uece, em nosso laboratório”, finaliza.
Para Hidelbrando Soares, o equipamento “serve também para formar professores para a escola pública e para aqueles que se interessam por ciência e pelas engenharias. Esse ato simboliza a abertura e a potência desse laboratório, demonstrando que a universidade está aberta para tratar de temas importantes para arede pública estadual e para a rede pública municipal de educação”, pontua. Ele destaca ainda o trabalho de desenvolvimento do foguete Artemis. O projeto Artemis Aerospace é composto por 19 estudantes dos cursos de Física, Química, Ciência da Computação e Serviço Social.
O professor Carlos Salomão, coordenador do Laboratório Maker, explicou que foram os próprios alunos que se interessaram em viabilizar a implantação dessa atividade experimental. Assim, segundo ele, a equipe interessada buscou um espaço para a instalação do laboratório, sendo a antiga sede do Proinfo considerada adequada para essa finalidade. Ele destacou ainda o trabalho de desenvolvimento do foguete Artemis. O projeto Artemis Aerospace é composto por 19 estudantes dos cursos de Física, Química e Ciência da Computação.
Investimentos
Ao todo, foram investidos mais de R$ 20 mil na reforma do espaço e na aquisição de equipamentos, permitindo a implantação de um ambiente moderno e plenamente operacional para o desenvolvimento de atividades de ensino, pesquisa e extensão na área de Física.