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“A volta do Voto de Cabresto” – Por Eduardo Guimarães

Eduardo Guimarães é responsável pelo Blog da Cidadania

“A direita se manteve no poder por décadas e décadas graças ao voto de cabresto”, aponta o jornalista Eduardo Guimarães

Confira:

O gado deles acredita mesmo que as urnas eletrônicas abrigam fraudes, mas é só o gado; essses babacas (muitos deles pobres, periféricos…) acreditam mesmo nessa estultice.

Porém, a familícia e os políticos ligados a ela sabem muito bem que não há fraude alguma e que as urnas eletrônicas acabaram com o voto de cabresto.

Essa expressão já se perdeu no tempo graças às urnas eletrônicas, mas foi o voto de cabresto que sustentou o coronelismo no Brasil.

Quando você votava, àquela época, recebia um comprovante dizendo em quem tinha votado e o eleitor pobre tinha que mostrar o papelzinho a quem comprara seu voto.

A direita se manteve no poder por décadas e décadas graças ao voto de cabresto. E é isso que a extrema-direita quer de volta. Poder comprar voto, porque o dinheiro da Faria Lima, do Agro, das Igrejas picaretas, da Fiesp e dos grandes empresários do país todo está com as direitas, sejam quais forem

A Fiesp, a Volkswagem e outras empresas inescrupulosas financiavam a repressão, a tortura, os extermínios de inimigos políticos na ditadura. E o fariam de novo se pudessem.

A proposta do trabalhismo brasileiro de acabar com a escala 6 x 1 mostrou a muitos eleitores pobres que se enganavam com a direita quem de fato está ao lado do povo.

É por isso que a extrema-direita vai bancar essa história das urnas. Elon Musk já disse que “não deveriam existir máquinas de votar” e o bolsonazismo está espalhando isso.

Se o STF não acabar com essa canalhice, eles vão conseguir reimplantar o Voto de Cabresto no Brasil no âmbito de uma nova ditadura que implantarão, se deixarmos.

Então, pelo amor de Deus, de Buda, de Alá, de Krischna, chutem o traseiro de progressista que continuar atacando o STF.

Sem o Tribunal, o Brasil está frito. Nossos filhos vão voltar a votar quando tiverem 35 anos, como ocorreu comigo…

Eduardo Guimarães é jornalista

Eliomar de Lima: Sou jornalista (UFC) e radialista nascido em Fortaleza. Trabalhei por 38 anos no jornal O POVO, também na TV Cidade, TV Ceará e TV COM (Hoje TV Diário), além de ter atuado como repórter no O Estado e Tribuna do Ceará. Tenho especialização em Marketing pela UFC e várias comendas como Boticário Ferreira e Antonio Drumond, da Câmara Municipal de Fortaleza; Amigo dos Bombeiros do Ceará; e Amigo da Defensoria Pública do Ceará. Integrei equipe de reportagem premiada Esso pelo caso do Furto ao Banco Central de Fortaleza. Também assinei a Coluna do Aeroporto e a Coluna Vertical do O POVO. Fui ainda repórter da Rádio O POVO/CBN. Atualmente, sou blogueiro (blogdoeliomar.com) e falo diariamente para nove emissoras do Interior do Estado.

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