Com 17 novos casos somente nesta semana, além de 18 ocorrência no mês de outubro, a Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa) intensificou nessa sexta-feira (6) as orientações para prevenção da mpox e os cuidados diante de sintomas da doença, diante de informações sobre manifestações, formas de transmissão, medidas para reduzir o risco de contágio e o cenário epidemiológico da enfermidade.
O período entre o contato com o vírus e o início dos sintomas varia de três a 16 dias, podendo chegar a 21 dias.
Os principais sintomas são febre, dor de cabeça, dores no corpo, cansaço e ínguas (aumento dos linfonodos). Os sinais da doença podem evoluir para o aparecimento de manchas, bolhas, feridas ou crostas na pele e nas mucosas, que podem atingir o rosto, as mãos, a boca e as regiões genital e anal.
Na maioria dos casos, a mpox apresenta evolução leve a moderada, com recuperação em duas a quatro semanas. Por outro lado, pessoas com baixa imunidade, gestantes e crianças pequenas apresentam maior risco de desenvolver formas graves da infecção.
“Ao identificar lesões na pele ou nas partes íntimas, com ou sem outros sintomas, a orientação é procurar uma unidade de saúde para avaliação”, afirmou a coordenadora de Vigilância Epidemiológica da Sesa, Ana Cabral.
Além dos 35 casos nas últimas semanas, o Ceará ainda registra outros cinco casos, ocorridos entre janeiro a setembro deste ano.